Em Divinópolis, também precisamos discutir o reconhecimento deste patrimônio cultural: a sabedoria ancestral dos Pretos Velhos!
Patrimônio Cultural
A Festa
de Iemanjá e a Festa dos Pretos Velhos se tornam patrimônio imaterial de Belo
Horizonte (MG). O reconhecimento atende a uma solicitação de representantes das
comunidades tradicionais de matrizes africanas e afro-brasileiras encaminhado
ao Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural do Município, em 2017.
Com o
reconhecimento oficial como patrimônio cultural da cidade, as celebrações
passam a integrar a lista de bens culturais que contam com a colaboração do
poder público para sua salvaguarda e continuidade histórica. O culto aos Pretos
Velhos e Pretas Velhas, ancestrais guias da Umbanda, acontecem desde 1982, nos
meses de maio, em meio aos prédios residências do bairro Silveira, na praça
Treze de Maio. A festa reúne centenas de afro-religiosos que vão louvar seus
ancestrais e pessoas que buscam atendimento nas dezenas de terreiros, das
várias partes da cidade e região metropolitana que fazem parte do festejo.

Festa de
Preto Velho. Foto: Ricardo Laf
Já a
Festa de Iemanjá, realizada anualmente desde 1953, possui relevância histórica
para os adeptos das celebrações do Sagrado afro-brasileiro na capital mineira e
acontece próximo à Praça Dalva Simão, na Lagoa da Pampulha, ressignificando o
projeto original do Conjunto Moderno da Pampulha. De grande importância para os
adeptos do Candomblé e da Umbanda, ela revela o sagrado no espaço urbano.
Nenhum comentário:
Postar um comentário